domingo, 27 de novembro de 2011

ainda estou a viajar com a noite de ontem. será que continuo a cagar naquilo que digo também? era altamente. porque me lembro de querer chegar a casa e escrever um texto tão simples como "olá check-out". sim, tal e qual assim.
porquê? mostraste-te tão valiosa, tão cheia de ti e de tudo aquilo que "nos" (me...) querias ensinar. mas assim que te vi ser posta à prova... ui. das duas uma: ou levaste tudo contigo ou levaram tudo de ti. porque sendo sincera, eu já não sei quem tu és. e tenho pena. 


mas hoje pintei as unhas de verde-coral porque me sinto extremamente solta. livre. não quero pensar em nós que não desatam nem fazem para se desatar.
LET GO!


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

"mata-me de novo"

Cinco da manha, cerveja martini e morfex
Não consigo relaxar precisava do teu sex
Quando a cabeça não tem juízo
Consomes mais do que é preciso
Variações cantou e eu realizo.
O corpo é que paga, deixó pagar deixó pagar
Se tas a gostar puto há que aguentar
O preço é bem caro mas vale a pena bebé
Sabes do que tou a falar,
Sabes bem como é que é.
Não tou contigo há três noites
Mais parece uma eternidade,
Nunca pensei que pudesse sentir tanta saudade.
Só tu me conseguias acalmar neste momento, acredita
Já tentei tudo o resto e só me serve a minha puta
De cigarro em cigarro a cacilhar brutalmente
Tenho a tua foto à minha frente 
E parece que de repente
Sorriste para mim, piscaste o olho, molhaste a boca.
Sabes que me matas e eu ja tou meio touca.

Mata-me de novo
Só mais um bocadinho
Preciso do teu KÊÊÊÊÊ
Só mais um bocadinho

domingo, 23 de outubro de 2011

"você aqui comigo"

hoje quero pensar no amor da minha vida. vou levá-lo comigo para o sono. até amanhã consciência

quinta-feira, 6 de outubro de 2011


"cause you've still got so much to learn
i know i'm pushing you so hard
i can't bear to see you fall down
oh but please keep still
cause i don't need this"

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

mói. rói. e (quase) mata

chego ao ponto de adormecer com a televisão por desligar para não te ouvir na minha cabeça. a ti, aos meus erros e aos meus mil devaneios que ainda não aprenderam a rejeitar-te. estou naquela altura em que ainda entro noite dentro inundada em lágrimas e rodeada de perguntas que só trazem dores de barriga e vontade de comer cigarros até encontrar qualquer coisa que me traga de volta à minha vida. fecho os meus olhos e tento acalmar-me, suspiro meia dúzia de vezes e falo comigo e com a minha alma minúscula: "estar apaixonada pode mudar muito a minha vida mas não tem de a transformar a todos os níveis", disse-me alguém que sem querer eu mandei embora. agarro um peluche com força e adormeço. amanhã cuido de ti coração.