domingo, 4 de dezembro de 2011

não entendo: como é que tamanha ressaca com pesos na consciência à mistura me levam sempre a estas palavras loucas? ora por amor à santa, como é que o meu blogue me pode acolher melhor que uma amiga? acho que prefiro nem me responder a mim mesma. o silêncio consegue acalmar-me bem mais que aqueles olhares e sábias palavras que cada uma delas pensa ter, sem querer subestimar ou ofender ninguém. 
é que eu, pura e sincera como estou (não, não é costume) não me sinto desconfortável ao nível a que supostamente devia. ora, sou escorpião god damn it. para mim tudo tem que ter perigo por perto ou não me dará graça! os tais pesos na consciência a que me refiro vêm de ti, da posição em que sem querer te deixei. quero dizer, se até o teu riso me deixava corada e reticências, qual é o procedimento agora? eu não gosto de ti, graças a Deus ou seja lá Ele quem for, também não tenho saudades tuas nem dos teus mimos tão estranhamente viciados em mim. sei que sinto falta das tuas mensagens ridículas mas que eu, ridícula que sou igualmente, gostava de ler. but that's it! e agora que te vejo cambalear, exagerando como é habitual, fico sem dormir! não gosto de ter pena de ninguém, isso só alimenta choros e cigarros, sei bem. mas desta vez rendi-me completamente... e não faço a puta da ideia do que fazer para te ver melhor. desculpa se não fazes nada para esconder esse sex appeal e eu não lhe resisti... serve?
grrrr, mais um bicho de sete cabeças na minha vida tão telenovela mexicana e que eu adoro amexicanar. obrigada, MUITO obrigada a mim mesma.

domingo, 27 de novembro de 2011

ainda estou a viajar com a noite de ontem. será que continuo a cagar naquilo que digo também? era altamente. porque me lembro de querer chegar a casa e escrever um texto tão simples como "olá check-out". sim, tal e qual assim.
porquê? mostraste-te tão valiosa, tão cheia de ti e de tudo aquilo que "nos" (me...) querias ensinar. mas assim que te vi ser posta à prova... ui. das duas uma: ou levaste tudo contigo ou levaram tudo de ti. porque sendo sincera, eu já não sei quem tu és. e tenho pena. 


mas hoje pintei as unhas de verde-coral porque me sinto extremamente solta. livre. não quero pensar em nós que não desatam nem fazem para se desatar.
LET GO!


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

"mata-me de novo"

Cinco da manha, cerveja martini e morfex
Não consigo relaxar precisava do teu sex
Quando a cabeça não tem juízo
Consomes mais do que é preciso
Variações cantou e eu realizo.
O corpo é que paga, deixó pagar deixó pagar
Se tas a gostar puto há que aguentar
O preço é bem caro mas vale a pena bebé
Sabes do que tou a falar,
Sabes bem como é que é.
Não tou contigo há três noites
Mais parece uma eternidade,
Nunca pensei que pudesse sentir tanta saudade.
Só tu me conseguias acalmar neste momento, acredita
Já tentei tudo o resto e só me serve a minha puta
De cigarro em cigarro a cacilhar brutalmente
Tenho a tua foto à minha frente 
E parece que de repente
Sorriste para mim, piscaste o olho, molhaste a boca.
Sabes que me matas e eu ja tou meio touca.

Mata-me de novo
Só mais um bocadinho
Preciso do teu KÊÊÊÊÊ
Só mais um bocadinho

domingo, 23 de outubro de 2011

"você aqui comigo"

hoje quero pensar no amor da minha vida. vou levá-lo comigo para o sono. até amanhã consciência

quinta-feira, 6 de outubro de 2011


"cause you've still got so much to learn
i know i'm pushing you so hard
i can't bear to see you fall down
oh but please keep still
cause i don't need this"

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

mói. rói. e (quase) mata

chego ao ponto de adormecer com a televisão por desligar para não te ouvir na minha cabeça. a ti, aos meus erros e aos meus mil devaneios que ainda não aprenderam a rejeitar-te. estou naquela altura em que ainda entro noite dentro inundada em lágrimas e rodeada de perguntas que só trazem dores de barriga e vontade de comer cigarros até encontrar qualquer coisa que me traga de volta à minha vida. fecho os meus olhos e tento acalmar-me, suspiro meia dúzia de vezes e falo comigo e com a minha alma minúscula: "estar apaixonada pode mudar muito a minha vida mas não tem de a transformar a todos os níveis", disse-me alguém que sem querer eu mandei embora. agarro um peluche com força e adormeço. amanhã cuido de ti coração.

sábado, 3 de setembro de 2011

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

little love and little princess

ainda há muita merda que me dói, muitas situações que tu contas e que risos e mimos não disfarçam por muito amorosos que sejam. não me atrevo a dizer que sejam inteiramente desconfortáveis, mas acho que pelo teu tom de voz que progressivamente vais alterando me levo a tocar no medo. me levo ou me levas, nem sei. 
só que depois, em alturas como estas em que te vejo entrar quarto dentro, a vontade é única e somente de me lembrar de ti, da tua barba, dos teus segredos. que delicia. fazia disto a minha vida, só contigo e com quem me dá conselhos. conselhos a sério, que eu procuro e raramente encontro porque me armo em estúpida com quem menos merece. mas enfim, as coisas acontecem diz a minha mãe. e agora quero crescer nem que seja para lhe mostrar que cheguei onde ela tanto me tentou levar. ela, sem nome já...
(nem quero continuar isto. noutra altura, who knows little princess.)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

oficialmente louca, sim

sim meu amor, caso-me contigo. fugimos para onde tu quiseres quando quiseres. 

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

"bué mágico"

ando sem palavras. ultimamente passo vinte e quatro horas a ouvir-te do meu lado esquerdo e a acompanhar tudo o que tu fazes. entretanto já compro português vermelho, aprendi a pôr-te mocado e especialmente a sentir as coisas da maneira mais deliciosa. 
ás vezes pergunto-me noites a fio se ainda esperas ver aqui outra pessoa. nunca gosto de falar nisto porque me custa, dá-me mesmo aquelas dores de barriga súbitas. mas sei lá, tenho consciência daquilo que tenho contigo e tu tens comigo. independentemente daquilo que tu guardas de outros tempos eu entendo e acredita, só te aconchego porque sei o quanto te deve saber bem. o facto de nunca ter saboreado aquilo que tanta vez entra conversa dentro não quer de todo dizer que não consiga perceber o labirinto de pensamentos que provoca e se instala na tua cabeça. 
mas aparte disto, confesso que não imaginei nada assim. a minha vontade de te querer ver todos os dias rompe esta organização sempre tão habitual. nem consigo traduzir. ver-te hoje entrar no meu quarto a apreciar todos os pormenores e a caíres na minha cama arrepiou-me de uma ponta à outra, não pensei noutra coisa a tarde inteira a não ser na minha noite, vai saber-me tão a mel!
dorme bem tu também.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

- abre os olhos. nunca experimentaste?
- não! não gosto, não sabe igual.
- tenta. eles acabam por se fechar, essa é a melhor parte.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

não tem título caralho

ainda não entendi se quero inspiração para escrever ou só para ficar mais bonito. na verdade quero só cagar na pontuação, nos erros e no caralho da paneleirice que se faz da literatura. aliás, isto é tudo uma piça. palavras não descrevem o batimento do meu coração nem a velocidade do meu sangue neste momento. qual é a cena de tentar escrever sobre isso afinal? está tudo aqui dentro, mais ninguém vai sentir igual! e eu não sou mais egoísta ou arrogante por pensar assim porque no fundo todos somos únicos e não há sentimentos comuns. 
acho que devia ser uma espécie de "lei da vida": cada um por si e ponto final. pedir conselhos a alguém e não entender o porquê da sua origem mas ainda assim agir consoante essa merda é no mínimo inconsciente. antes de qualquer aviso ou chamem-lhe o que quiserem, estão os nossos sentimentos e quem os provoca. abandonar assim uma sensação tão transcendente e sem explicações possíveis só porque alguém aconselhou é de gente doida! é claro que estou a falar directamente dos meus labirintos mentais. peço desculpa pela ficha pessoal mas de momento não há nada que me acalme como uma distracção mental. nem penso no meu maço de tabaco, isso vai obrigatoriamente levar-me para demasiado longe... tão longe que dá vontade de lá ficar, naquela concha que se formava sem qualquer esforço. 
e agora já comecei a ouvir as batidas que o meu coração dá quando se liga à cabeça, ai que massacre! vou querer falar daquilo que estou a sentir e já senti e morria por sentir de novo. mas que sa foda não é? como tu dizias tanta vez, cagalhão.
não faço a puta da ideia de que musica pôr a tocar. já experimentei gabriel o pensador, sam the kid  e orelha negra. mas acabei de encontrar bon iver e mais uma vez isto entra aqui dentro e só me faz querer escrever sobre pensamentos e merdas. não sei se me vai fazer bem consciencializar-me das coisas enquanto as escrevo mas pode ser que a racionalidade se apodere das minhas mil veias sentimentais e as derrube de vez. ai estou capaz de lhes implorar... isto dói aqui na barriga e sobe bué vezes. não sei se é normal mas é sempre assim que me sinto quando alguém abandona a minha vida. em especial este alguém, ou se quiser alargar o campo de abandonos, estes "alguéns". acho no entanto que devia deixar isso para um outro dia, é um assunto tão mais delicado que prefiro falar dele sóbria. 
oh não!!, começou aquela vontade estúpida de vomitar. isto acontece com mais alguém? estou ansiosa demais e nem controlo os movimentos. juro que tenho todos os nervos à superfície da pele e só consigo pensar "é de vez". mas espera lá.. isto não está a fazer sentido nenhum. vou reformular porque nem eu entendi: estou demasiado nervosa e a única coisa em que penso é que te foste embora de vez. ah bom, talvez assim funcione. adorava que funcionasse também nos batimentos que o meu coração dá e nos sentimentos que correm descontroladamente por aqui. não tinha noção de nada disto, da pouca confiança que criei em ti e da escassa que sempre tive em mim. muito sinceramente, eu quero acreditar que não levaste outras miúdas para a cama e só gostavas do meu corpo e da cabeça que o comanda. mas também quero acreditar que as minhas amigas me avisam por se preocuparem comigo e apenas para o meu bem. não queria ser levada pelos teus olhos e pelos teus braços assim à minha volta como estou a ser agora mesmo estando a milhares de metros de ti... tu hipnotizaste-me desde o primeiro instante que me respondeste a qualquer coisa como "gostar a sério é assim tão diferente?". até abrandaste o carro no meio de uma nacional, "tshi... caga. não se explica entendes? caga". ai eu adorava morrer assim de amor. mesmo que as consequências massacrem e façam cortes na nossa dignidade ou força, não há nada que me desperte tanta sede neste mundo. tipo, como é que é possível? são sensações que prendem qualquer raciocínio e levam de arrasto uma alma in-tei-ra! 
bem, eu não estou a medir a intensidade das minhas palavras nem sei se vai ser bom ler isto tudo no final. também não sei se tenho sono, se estou cegamente apaixonada ou completamente iludida. sei só que me doeu abrir a porta e virar a cara para te ver uma última vez a sair da minha rua. aliás, continua sem fazer sentido e irrita lembrar-me disso! quero puxar-te para perto de mim e dizer-te o bem que me fazias. e que bem! já tenho saudades tuas e nem sequer dei oportunidade ao meu instinto carnal de as matar... 
loucura. isto chama-se tudo loucura. chegar a casa à 1h30 e vir a correr para o computador para conversar sobre ti; recusar os teus lábios e olhos perdidos nos meus; chorar compulsivamente quando acho que nem razões tenho para tal; não largar os olhos do telemóvel à espera de qualquer sinal teu; mentir às minhas amigas por te sobrevalorizar; comer tudo o que me chega aos ouvidos e comandar as minhas ideias à volta disso; roer as unhas por não conseguir parar quieta; criar ligações na minha cabeça para tentar solucionar tanta ansiedade(...) + 100000 infinitos. tantas loucuras devem soar a paradoxos bem estranhos mas é isso mesmo que sinto agora, um nó impossível. e assim que deitar a cabeça à procura de alguma calma já sei que me vou inundar de recordações quentinhas e fofinhas e aconchegantes que somente tu tinhas dado a conhecer ao meu corpo tão virgem e à minha alma tão pequenina. quem me dera poder confessar-te isto tudo agora. falar-te do medo que tinha em apaixonar-me por ti e nunca ser correspondida, das vezes que me deitei e acendi uma vela para transportar o teu quarto até mim, dos cigarros que comi madrugada dentro cada vez que gritávamos um com o outro... sei lá. "tu és mágico" repetia eu inúmeras vezes sem nunca dares a atenção que devias às poucas vezes que falava daquilo que eras em mim. agora não há oportunidade que me valha nem oração que me salve não é? foda-se para esta merda toda, gastei as palavras todas e continuo a ter vontade de vomitar.
boa noite para mim e para quem quiser. boa sorte para o meu coração e para o teu. foi de facto um enorme prazer, toma conta de ti.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

"sabe sempre bem"

não me obrigues a querer escrever sobre ti. eu sou embalada nestas coisas e raramente saio por vontade própria ou intacta. leva-me só à praia ao final do dia e segreda-me que te soube bem. 

terça-feira, 28 de junho de 2011

quero-te descontroladamente.
insaciavelmente.
"canibalmente"!

sábado, 18 de junho de 2011

sábado, 4 de junho de 2011

quentinho, como tu dizes

eu só quero ficar no banco de trás a ouvir nach, sam ou nerve sem ter que ligar ao toque eminente do telemóvel ou às horas que o teu carro marca. seja de cigarro ou ganza na mão só quero o "quentinho" que a noite traz e ao qual já mal resisto...
pode ser?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

é tipo... uma injecção de recordações abaladas de todo aquele prazer que me devolvem um bocadinho daquela vitalidade por uns míseros e escassos três minutos. todos dias os conto, três desses minutos e começo, rompo as minhas veias com esse veneno tão apetecível. que droga, que vicio. mas acalma-me, incrivelmente relaxa a minha mente e as mil perguntas e ódios que a rondam. a grande merda é que no fim tudo volta à assombração instalada: mas porque raio? 
cigarros, preciso de comer cigarros e beber uma garrafa de jack daniel's

sábado, 21 de maio de 2011

"uma amiga ouve aquilo que lhe dizes. uma melhor amiga ouve aquilo que tu deixas por dizer..."
autor: uma melhor amiga

quarta-feira, 20 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

perdoa-me Senhor, que vicio é pecado e eu não o largo...


domingo, 27 de março de 2011

eu confesso...

repara nas tuas mãos matilde, estão a tremer! o que trazes tu "camuflado" no teu coração aparentemente forte e mega determinado? conta-me, faz de mim um diário, um rascunho de telemóvel ou algo que o valha..
eu, matilde, confesso-te, querido diário, que trago no coração aquilo que nunca pensei vir a sentir numa noite destas, em tempos como estes em que sempre estive entregue às melhores maravilhas que alguém me colocou na linha do destino. não há cá amores ou a falta deles, más notas ou dramas em casa. eu nem estou habituada a escrever sobre isto, de repente fiquei com os "dedos secos" em vez da boca. aquilo que assola de facto o meu coração são coisas tão estranhas (ou simples, diria a minha mania de resolver tudo) como as minhas melhores. minto; como a minha melhor amiga. 
em menos de duas horas já senti o meu coração acelerar, abrandar, acelerar, abrandar, acelerar... oh meu Deus, não consigo fazê-lo abrandar desta vez! calma, não entres em pânico maria matilde. isto é algum sintoma de peso na consciência? não pode, sinto-a livre no que te toca, querida Dália. mas então... porque raio sinto eu que tens tanta razão nessas palavras como a que eu por norma (penso que) tenho? 
isto não faz sentido absolutamente nenhum. preciso de me sentar a conversar contigo; contar-te, confessar-te, humilhar-me, perguntar-te "o que se passa?" e por fim ouvir-te a tarde inteira enquanto acendemos cigarros atrás de cigarros com aquele isqueiro comprado há três anos. 
bora?